domingo, 1 de maio de 2011

Queria dizer que...

“Nos encontramos, então”. Disse isso, virei as costas, tomando minha rota a sentido algum. Sem saber que seria meu último cumprimento, esnobei a oportunidade de dizer várias coisas que gostaria. Passado algum tempo, tentei ligar, mandei emails e num ato desesperado, passei a procurá-la pelas ruas e nas redes sociais. Conclui que a vida havia me pregado uma peça, mas eu estava determinado a escancarar meus pensamentos que foram tomados pela imagem dela. Pensamentos, que até então optei por esconder.

Senti o arrependimento batendo em meus ombros, mas eu estava decidido. Passei a andar de um lado para o outro em meu apartamento, na busca de um plano. Entrei em meu quarto, caminhei até a sala e fui direto a sacada. Acendi um cigarro, outro, depois outro, mais um... Passei horas tentando achar um meio, qualquer que fosse, de encontrá-la e declarar meu sentimento, falar a ela o quão a quis naqueles derradeiros minutos em que a conheci. Queria ter novamente a chance de encontrá-la pela última vez e transformar aquilo tudo, na primeira vez em que me declarei a uma mulher..

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Encontro nada casual

Apontou na rua uma mulher alta e muito bem vestida. Tinha os cabelos louros e trajava uma roupa de grife. Seus sapatos brilhavam com o reflexo do sol. Andava em passos serenos – aparentava decisão. Um detalhe chamava a atenção, uma mancha em sua manga direita da camisa. A medida que se aproximava, toca seu telefone. Atende em tom de revolta. Fala meia dúzias de palavras e desliga.

Dois homens que passavam por ela, dispararam alguns elogios, mas a mulher, com o cenho intacto, passou à prova. Todos na rua assistiam aquela cena e notaram, assim como eu, que a ‘dona’ não estava em seu melhor dia. A princípio, fiquei curioso em saber do que se tratava aquele olhar fechado. Uma senhora, que estava sentada em um banco de cimento – frente sua casa, ofereceu algo, que foi imediatamente negado.

Senti, então, uma necessidade absurda de pará-la, mas fui segurado pela insegurança. Para minha surpresa, ela veio em minha direção. Me perguntou se eu tinha o telefone de algum táxi. Respondi negativamente e fui surpreendido por uma mulher que começou a chorar. O desespero me assumiu, que sem alternativa qualquer, só me restou oferecer ajuda.

Passado alguns minutos e a mulher um pouco mais calma, perguntei sobre o que causava aquela situação – sem êxito. Seu choro me comovia e tinha ar de decepção. Longos minutos e a mulher levantou a cabeça e me disse que acabará de perder seu pai – única pessoa com quem partilhava companhia. Fui tomado por um golpe que, no dito popular, “Foi de cortar o coração”. Me senti impotente por não colaborar em nada.

Por sua iniciativa, a moça relembrou momentos que passará com eu progenitor. Fiz o que todos fariam em meu lugar – “Calma, vai passar!” – “Ele está num lugar seguro, pode apostar!”. Emiti palavras que não consolariam a ninguém, mas eram as minhas armas naquele momento. Em seguida ela se apresentou, nos apresentamos, então. Me agradeceu pela atenção estabanada que propus.

Ofereci um café, que foi aceito. Fomos a uma cafeteria próximo dali e, enfim, assisti um sorriso. A linda mulher (era realmente linda) me confidenciou sobre sua vida, trocamos confidências, então. Por ali ficamos quase duas horas e ela teve que tomar um rumo. Foi embora, me deixou seu telefone, me beijou no rosto e desapareceu. E foi assim que conheci Lorena, hoje mãe de meus dois filhos.

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

ONDE QUERO CHEGAR?

Há dias atrás, o sonho não passava de um sonho. As ambições não passavam de simples projetos em busca de um foco, que até então, não existia. Tudo que fosse idealizado caia por terra pormenor que tivesse sido a distração. Os ideais, as marcas a serem batidas ficavam cada vez mais longe do que é chamada, a conquista.

Hoje, num golpe de gratidão da vida, tudo que fora, um dia lixo, torna-se vivo e cada vez mais assíduo nos pensamentos. Fazê-lo real só depende de mim, do meu esforço e do que de fato quero fazer de minha vida. Calafrios, insegurança e tudo que joga contra devem interagir com cada descoberta, com cada conquista adquirida. É de total interesse do adverso minha desistência, minha fraqueza.

A meta traçada me coloca em cheque com minhas atitudes. O que eu quero? O que vou buscar? Como fazer? Perguntas sem respostas até que eu erga a cabeça e vá em frente, dar meus passos, sem apoio de desculpas vazias e da conformidade instantânea. É do ser humano impor fragilidades no percurso. No entanto, vai de mim, do quão desejo, atravessar essa rotina de perdas em prol de dias melhores.

quinta-feira, 22 de julho de 2010

A visita

Em uma bancada haviam alguns livros de romance e algumas literaturas estrangeiras. Um pouco abaixo, ainda na bancada, portas-retratos mostravam o ar saudosista do lugar. Um enfeite na parede chamava a atenção. Não se sabe ao certo o que era. Trata-se de uma engenhoca feita de metal alumínio e que passa uma sensação de mistério.

Ainda no cômodo inicial, não era difícil notar uma cadeira desenvolvida através de madeira maciça. Ao caminhar pelos corredores, quadros de pintores nem tão conhecidos, mas não menos estranhos do que pinturas ilustres.

Algumas pessoas pareciam chocadas, outras surpresas e algumas maravilhadas. O ambiente era quieto e em alguns pontos, sombrio. Um senhor, que enquanto roçava a mão direita sobre a barba, atentava-se minuciosamente a uma pequena estátua. Na ocasião parecia ser de gesso. Entre um passo e outro, era possível observar que tudo, de algum jeito, chamava atenção.

Para alguns, talvez, passasse despercebido ou desinteressante. Outros, porém, não conseguiriam passar por esta vida sem conhecer. A mim, que tinha seis anos, visitar esse museu de coisas antigas foi apenas uma experiência estéril.

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Vai começar tudo outra vez!

Começou a corrida dos políticos pelo eleitorado. A cultura do ataca daqui, fala dali, começou antes do esperado. Lula, esperto que é, precisou rasgar a ética para colocar Dilma na concorrência, mesmo que isso lhe custasse seis multas por mau uso da máquina pública. Já o PSBD, de Serra, dá pinta que a campanha vai ser a igual a de 2006, quando tinha a faca e o queijo na mão. Pegou a faca, cortou os pulsos e deu para o “rato” (Lula) comer.

A começar por seu vice (Índio da Costa), que recentemente insinuou o forte relacionamento do PT com o narcotráfico colombiano (associação às FARC). Todo ano de eleição é igual. Ao invés de os políticos se mostrarem com ideias e alternativas para a nossas maiores dificuldades (educação, saúde e segurança), preferem se ‘degladiar’ em prol de mostrar que o adversário está errado, não que eles estão certos.

Nesse ínterim, a candidata do PV, Marina Silva, corre por trás e dá um banho de seriedade e educação. Traz a tona seus projetos, sem planos mirabolantes. Coloca-se entre a mais coerente dos demais, porém, não exerce força política suficiente e capaz de galgar a cadeira-mor em Brasília. Não por incompetência, mas pela centralização dos brasileiros apenas em duas 'bandeiras'. Não quero aqui fazer qualquer apologia de voto em fulano ou sicrano, mas é preciso levar a sério o momento em que vamos digitar os números na urna. E, diante da atual conjuntura, a acreana segue uma linha mais sensata, talvez por saber que suas chances neste ano são remotas. Em todo caso, entrou muito bem na disputa.

Além disso, nossa atenção não deve se voltar apenas à disputa pelo Governo Federal e Estadual. Os deputados (principalmente eles!!!) precisam ser bem escolhidos. É necessário que nós tenhamos a noção exata de qual vamos eleger. Como jornalista, pude acompanhar de perto uma campanha à prefeitura de São Paulo (2008). Confesso que fiquei enojado da forma com que eles, os políticos, nos enxergam. Participei de algumas reuniões de um certo partido bicolor (não vou citar qual) onde conferi in loco como agem. A presença de certos abutres em igrejas, Ong’s e organizações em temporada de eleição não é mera coincidência. O caso é pensado e muito bem pensado!

Por fim, se posso dar um conselho, a melhor forma de votar consciente é discutir sobre política com os amigos e familiares. Trazer pra si a responsabilidade de seu ato. Ter em mente que as escolhas dos políticos se dá com a totalidade dos votos individuais. Não faça da urna um vaso sanitário. Como diz Chico Buarque na canção A Voz do Dono e o Dono da Voz. “O dono prensa a voz, a voz resulta um prato, que gira para todos nós!”. Façamos a nossa parte!

terça-feira, 20 de julho de 2010

Honra!

Fazia tempo que o menino vestido com de uma camiseta e bermuda esfolados, calçado de um tênis quase que sem sola, estava sentado sob um banco, em uma praça que podia ser considerada sua casa. Visivelmente sujo, o garoto parecia pensar no que iria fazer no próximo minuto de sua vida. Tomou coragem e ajeitou seu corpo de modo que seu queixo apoiasse nos joelhos arranhados pelo tratamento duro das ruas.

Esboçava, além da tristeza, uma feição de incredulidade. O tempo já não era seu amigo há anos. Passou a reparar nas pessoas e no modo como elas passavam por ele. Percebeu que o pedaço de madeira ao lado do banco que sentara, era mais notável, quando um homem de cabelos grisalhos o tirou do meio da calçada.

O menino devia ter pouco mais de 08 anos. Os cabelos encaracolados e num tom acinzentado, de tanta sujeira, as vezes eram tocados, pela sua própria mão, claro. Em seu olhar baixo, a esperança não vinha de modo algum. Sua maior vontade naquele momento era de acabar com a fome que tomava seu corpo. Indefeso, sem esperanças, sujo e discriminado pela sociedade que compunha sua história, tentou buscar a única alternativa que restava, dormir.

Enquanto isso, um senhor de barba passava pelo local e foi em direção a ele. Parou por alguns minutos e observou aquele ser de um metro e meio. Tentou chamar sua atenção manifestando um som característico: - Ei! Psiu! O garoto abriu os olhos e o enxergou. O homem, por sua vez, lhe estendeu a mão e perguntou se ele gostaria de comer alguma coisa. O jovem sinalizou que sim e ambos foram a uma lanchonete próxima.

Após a refeição, talvez a primeira do menino no dia, o senhor questionou sobre o fato de ele estar nas ruas sozinho: - Eu tenho medo de meu pai. A reação do homem não podia ser outra se não de espanto e após segundos calado, ofereceu um lar a pobre criança.

- Ainda que eu tenha medo de meu pai, tenho que voltar a minha casa para proteger a minha mãe.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Um minuto de silêncio

Lucio chegou em casa às 23h58. Tirou os sapatos para não despertar a atenção. Foi direto ao toalete onde tomou um banho. Em seguida andou até a cozinha para ver se havia algo para aliviar sua fome. Encontrou, entre o pote de margarina e algumas frutas, duas fatias de pizza que sobrara da noite passada. Tudo isso sem causar qualquer barulho.

Foi até a sala onde estava o jornal. Sentou em sua poltrona preferida e leu as principais notícias do dia anterior. Esticou os pés no braço do sofá vizinho e dominou o controle remoto. Fez questão de diminuir o volume do aparelho quase à zero. Bocejou e devido ao cansaço, fechou os olhos e sentiu as lágrimas escorrerem pelo rosto.

Era quase três da manhã quando tomou coragem de ir para o quarto. Entrou sem acender a luz. Arrastava os pés pelo carpete para não ser percebido. Calmamente foi se esparramando pela cama. Sentiu algo estranho e apalpou o colchão como quem procura alguma coisa ou alguém. Repetiu os movimentos várias vezes.

Colocou-se rapidamente de pé, acendeu a luz. Desesperou-se ao perceber que estava só. Pôs-se a chorar de joelhos e implorou à volta dela. O sol já batia na janela de seu quarto quando percebeu que há pouco tinha ido ao velório de Clara, sua esposa.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

AS COISAS SIMPLES DA VIDA!

Um ano e alguns dias depois (vergonha!) volto a escrever neste blog. Não por preguiça ou por falta de tempo, mas de inspiração – a caprichosa e necessária inspiração.

Muitas coisas aconteceram nesse tempo. Algumas boas, outras nem tanto, mas o importante é que cheguei até aqui e pelo jeito você também, né!?.

1.º Momento

Chamou-me muita atenção, nesse ínterim, o avanço estratosférico da comunicação. Somos cada vez mais bombardeados por tanta informação que para digeri-las é o mesmo que engolir 5 bolachas de água e sal sem tomarmos um copo d’agua sequer – difícil! Ta certo, um ano, se analisarmos, não é muito tempo, mas o suficiente pra percebermos que o mundo está cada vez mais veloz, intenso e... perigoso!

2.º Momento

Falemos das boas novas! O ano de 2009 serviu para que eu firmasse minha vontade de atuar profissionalmente com música. Trabalhei na divulgação e produção de grandes shows e de artistas que jamais imaginei conhecer. Hoje vejo na música minha mais nova grande paixão (tudo isso!).

Ouvi sons de muita gente e de vários estilos. Me senti um pouco envergonhado de não ter descoberto, antes, relíquias dos anos 1960, 70, 80, etc. Tudo bem, tudo tem seu tempo. De Ismael Silva (precursor do carnaval brasileiro) à moderna e viciante Maria Gadú (espetáculo!), escutei de tudo! Mas continuo me perguntando como é que cheguei até aqui sem ter visto tudo isso anteriormente.

3.º Momento

Me formei em 2008, atuei como jornalista em alguns veículo de região, no início de 2009 ingressei para uma assessoria de imprensa (Tudo em Pauta), conheci muita gente, que me ensinou e ensina muito. Foi onde descobri que estou rodeado de boas almas. Algumas nem tantas, mas não sou eu quem vai julgá-las...

Bom, muito para dizer, mas num só post não vai dar. Só tenho a agradecer por tudo que está acontecendo e tudo que está por vir. De resto, continuo apreciando as coisas simples da vida. Juro que volto aqui mais vezes para tentar expressar, de maneira simples, minhas idéias através das Redações, Artigos e Crônicas. Até breve!

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Uma lembrança em meio à rotina

Na varanda de sua casa, Célio, um homem de 35 anos observava a ida e a vinda das pessoas. Alguns o cumprimentavam quando viam, outros não. Ficou ali, parado, pensante, como se o mundo não rodava. Pensava nos momentos em que vivera sua infância e o modo como chegou ao ponto atual.

Na mente, buscou as mais belas lembranças de quando era ainda um garoto. Inocente, sem malícia com um futuro a levar. Trouxe à memória suas relações com as garotas que teve durante o caminho. Momentos felizes, outros nem tanto, mas que certamente fazem parte de seu contexto de vida. Um caso que teve com uma jovem aos 23 anos o remetia a uma recordação especial. Grandes momentos passara com Clara, sua namoradinha do coração.

Embora hoje esteja casado com Lucia e seja pai de três filhos, Guilherme, João e Ana, a grande verdade é que Clara nunca saiu de sua cabeça. Foi com ela que sentiu pela primeira vez a dor do amor. Sentimento sincero que nos transporta as mais diversas sensações – boas e ruins. Lembrou de quando a conheceu e de quando se beijaram pela primeira vez. Célio viveu momentos intensos com Clara, tanto que um dia imaginaram a formar uma família. Não se tratava de uma fantasia jovial, onde no calor das emoções soltava planos descomprometidos. Realmente sentiam naquele momento que teriam uma vida feliz até a velhice de ambos.

Mas pouco tempo depois, por um mistério do corpo, da alma – a estima que um tinha pelo outro se perdeu. Se perdeu em uma ocasião qualquer do dia. Ninguém sabe ao certo os motivos, fato é que o coração de Célio jamais voltou a pulsar da maneira que pulsava por Clara.

Ainda na varanda, uma lágrima descia em seu rosto. Aquele homem não era infeliz com a atual família, pelo contrário. Sua relação com Lucia estava maravilhosamente bem. Mas o resgate de uma história que marcou sua vida era inevitável. Célio não deixava de desejar Lucia, apenas gostava de lembrar de Clara.

Parado no mesmo lugar de início, Célio acendeu um cigarro acompanhado de um copo de uísque. Aquela lágrima que minutos antes tomara sua face, já secara. E a cada trago, a cada gole que dava a leveza do corpo era mais nítido. Naquele momento olhava para a rua sem ponto certo, seus olhos se perderam no horizonte sem a pretensão de olhar qualquer coisa.

Não era comum aquele homem perder horas parado visualizando sabe-se lá o que, porém na contrapartida de seus costumeiros dias, aquele era um momento ímpar. Sentou-se numa cadeira que lhe fazia companhia e estendeu as pernas na mureta da sacada. Ficou ali por mais algum tempo – se levantou e voltou à vida que era de costume.

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

O achismo

Estava pensando sobre a constante mania dos homens em aderir o “achismo”. Palavra que pode servir para um “zilhão” de situações. Tais como encontrar algo perdido, um objeto que se procura e até mesmo uma espécie de conserva indiana feito a base de vinagre e sal. Mas não é desse achismo que eu falo. É do achismo de considerar algo sem ter certeza.

Nós homens temos uma cultura incrível de opinar mesmo sem sabermos do que se trata, sobretudo do que realmente não sabemos. Veja por exemplo as ocorrências que assistimos pela TV. Cito como o exemplo o caso da mãe que caiu pela janela com o seu filho. Até que se descobrisse que ela foi acuada até se jogar por contra própria com o filho, o achismo tomou conta de todos os noticiários e da população. “ah eu acho que o marido jogou a mulher por ciúmes pela janela” – “A criança, eu acho que foi jogada depois, ou seria antes, eu acho que foi depois”.

Fato é que temos essa doce eloqüência da razão antes de sua confirmação. Sabemos sempre de tudo. Na condução, indo para o trabalho o que mais se escuta são opiniões achadas. Gente que dá “pitaco” sem culpa. Sem considerar que está falando uma séria besteira. Mas o importante é comentar, não importa o quê!

Esses dias, eu no metrô indo para a labuta, e como é de praxe, estava lotado! Eis que de repente surge uma mulher sei lá da onde, talvez de uma sola de sapato, ou do vão de alguma brecha de gente , e me põe para fora uma declaração bombástica – “Nossa como está cheio! Também, esse povo vota no Kassab!” Opá!

Não sou fã e nem me dou o direito de votar nesse homem, cujo grande parte dos paulistanos o ama, mas o “cara” está tão denegrido que os problemas do estado, que está sob a batuta do Senhor Burns, não, do Senhor Serra, caiu para ele! Ou seja, não importa quem é o culpado ou quem é o dono de seja lá o que, o importante é descer a língua! Eu acho que não é bem por aí...